Do que eu gosto?
De quando você deixa uma mensagem . Eu espio todos os dias para ver se você lembrou de mim.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Só por um segundo...
Me encante com seus olhos... Me olhe profundo, mas só por um segundo. Depois desvie seu olhar... Como se meu olhar, Não tivesse conseguido te encantar... E então, volte a me fitar. Tão profundamente, que eu fique perdido... Sem saber o que falar...
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
E que a vida esteja cada vez mais perto da poesia
me causando espanto, medo, surpresa e prazer.
Que meu coração continue pulsando descontrolado dentro de mim, porque nunca foi minha pretensão sentir calada.
Que o injusto continue me indignando, e que a indignação continue me movendo em busca daquilo que acredito ser certo.
Que o meu olhar se mantenha aceso.
Que eu continue tendo efêmeras vontades de desistir, porque sou humano, mas que a fé me mova sempre até o fim.
Que o caminho árduo nunca me faça ser tentada pelos falsos atalhos.
Que o pó não se acumule nem na estante, nem no corpo e nem na alma.
Que, de um jeito ou de outro, a gente consiga viajar: no mapa, nos livros, nos sonhos ou no amor, que é o maior de todos os sonhos.
Que acaso e destino jamais se confundam, e que a gente continue com o dom bonito de acreditar que nossa história está escrita em algum canto do céu, nas estrelas.
Que sonhar não se torne, em hipótese alguma, tolice. E o melhor: que nenhum sonho jamais seja proibido.
Que os planos saiam do papel e nos surpreendam por serem ainda mais bonitos do que pareciam ser quando ocupavam espaço apenas dentro de nós.
Que a falta de tempo nunca nos impeça de embrulhar os presentes com papel celofane ou fita de cetim, e muito menos de escrever um cartão.
Que os papeis de carta saiam da gaveta e ganhem letras, redondas ou tortas, que façam sentido quando combinadas com o coração.
Que o rosto da pessoa amada se torne miragem, não pela beleza do seu contorno, mas pelo quão verdadeiro é aquilo que a preenche.
Que o encontro nunca deixe de ser a opção mais viável.
Que o maior confronto nunca deixe de ser o olho no olho.
Que o amor seja finalmente eleito como o caminho mais curto para a real felicidade.
Que fazer pedido a uma estrela não seja rotulado como algo cafona.
Que a gente goste daquilo que vê no espelho, e que não nos permitamos, em momento algum, tornarmo-nos escravos daquilo que gostaríamos de ver nesse espelho.
Que os dias cinzentos sejam transformados em primavera.
Que os risos, cada vez mais sinceros e espontâneos, sejam em alto e bom som, sem a menor timidez ou pudor. Aliás, que todo o pudor seja esquecido quando, em questão, estiver o amor verdadeiro.
Que a gente caiba milimetricamente em um abraço, e que esse abraço nos sirva de esconderijo quando o que está lá fora parecer perigoso demais.
Que olhar pra trás jamais nos envergonhe.
Que o amor de cinema continue sendo, no fundo, o sonho de cada um.
Que declarações sejam feitas sem rodeios.
Que as verdades sejam ditas.
E que a vida esteja cada vez mais perto da poesia, até que vida e poesia sejam, por fim, inseparáveis.
Sílvia Prata
terça-feira, 18 de outubro de 2011
A Magia do Amor
Pelo amor que tivemos, ou ainda temos, pelas vezes em que deixamos de fazer por nós mesmos para fazer por nós dois, pelas inúmeras vezes em que dissemos te amo, e eu sei que não foi em vão, pelas nossas brigas, pelas nossas risadas, pelos nossos choros, é por isso, e por muitas outras razões do nosso amor que ainda tô aqui, por nunca ter deixado de acreditar que apesar de tudo, apesar de toda distância, de todas as brigas, eu tô aqui, e sempre estarei aqui, porque você, eu, nós dois sabemos, que um amor de verdade nunca se acaba assim. Porque nós dois sabemos que é por nós dois que eu estou aqui, e sempre estarei, só por nós dois.
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